Os escritores



Karen Acioly  
É atriz, dramaturga e teatróloga brasileira. Natural do Rio de Janeiro, tem atuação destacada em teatro infanto-juvenil e musical. Ao todo, escreveu mais de 20 peças infanto-juvenis e dirigiu a maior parte delas. Sua obra já recebeu diversas premiações especializadas na área, como os prêmios Sharp, Mambembe, Coca-Cola, Zilka Salaberry e Maria Clara Machado.
Participou dos grupos "Asdrúbal Trouxe o Trombone" e "Manhas & Manias". Desde cedo  começou a escrever suas peças e logo resolveu dirigi-las. Ganhou seu primeiro prêmio em 1985, o troféu Mambembe, com De Repente, no Recreio, de 1985.
Em 2001, Karen Acioly foi coordenadora de teatro infantil no município do Rio de Janeiro e lutou para aumentar a freqüência das crianças nos teatros da rede pública da cidade. Antes havia realizado trabalho semelhante em parceria com o Centro Cultural Light. Em quatro anos, levou 50 mil crianças ao teatro.
Como atriz, participou de várias séries e novelas como: “Floradas na Serra”, “Na Rede de Intrigas”, “Conto de Natal”, “Kananga do Japão”, “Tudo ou Nada”, “Tititi”, “Um Sonho a Mais".
No teatro, participou, como atriz, nas peças “Sábado, Domingo e Segunda”, “A Aurora da Minha Vida”, “Manhas e Manias”, “Em Alto Mar”, “Asdrúbal 84 e Aquela Coisa Toda”, “Cabaret S.A.”, “Dito e Feito”, “Vivo, Muito Vivo e Bem Disposto”,“Cara ou Coroa”, “Passa-passa Tempo”.
No cinema, participou de “Veja esta Canção”, filme de Cacá Diegues; “Leila Diniz”, filme de Luís Carlos Lacerda; “A Fábula da Bela Polomera”, filme de Ruy Guerra; “Papagaios e Urubus”, filme de José Jofily, “Os Sermões” filme de Júlio Bressane, “Com Licença, eu vou a Luta”, filme de Lui Farias; “A Espera”, curta-metragem de Maurício Farias e Luis Fernando de Carvalho; “Damas da Noite”, curta-metragem de Sandra Werneck.
Em 2006, dirigiu a peça infantil “Eles se casaram e tiveram muito...” que foi recordista em indicações ao Prêmio Zilka Salaberry de teatro (Melhor direção, melhor luz, melhor figurino, melhor cenografia, melhor ator, melhor espetáculo e categoria especial -Renovação de Linguagens). No mesmo ano dirigiu a peça “Juventude transformando com arte”.
Em 2007, dirigiu a peça “Hans, o faz tudo”, de sua co-autoria.
É autora de A Excêntrica Família Silva, que trata do história da chegada do circo no Brasil e tem 7 livros publicados: Tuhu, o menino Villa-Lobos (Prêmio Lúcia Benedetti - Melhor livro de Teatro apara criancas-FNLIJ 2008), O Chuveiro, A Tinta, Os Bichos (Editora Rocco) , Iluminando a história (Editora Salamandra), os meus Balões (Editora Rocco) e do I Catálogo livre do Teatro infantil (Editora Aeroplano).   
Em 2009, Karen Acioly dirigiu a peça infantil "Cyrano" e “Fedegunda”, esta que teve apresentações na França.




Renata Mizrahi 
Nasceu no Rio de Janeiro, em 1979. É formada em Interpretação na UNIRIO. Dramaturga,  roteirista,  professora  de dramaturgia. Ganhou o  prêmio Zilka Salaberry 2010 de melhor texto pelo espetáculo "Joaquim e as Estrelas". Com esse texto também foi finalista do concurso nacional de dramaturgia do Cepetin Ana Maria Machado 2009. É integrante da Companhia Teatro de Nós.  Junto com mais nove autores, lançou o livro “A Cena Impressa”. Entre seus principais trabalhos encontram-se as peças "Os Sapos", "Nada que eu disser será suficiente até que o sol se ponha", “Um Dia Anita” (com Julia Spadaccini),  “Rua dos Sonhadores” e “Lar…” (com Fernando Caruso e Cesar Amorim) -  3 peças que fizeram parte do projeto ocupação Casa da Gávea, entre outras. No Festival Tápias de Teatro, ganhou o prêmio de Melhor Texto com os esquetes "Joaquim e as Estrelas" (versão curta da peça) e melhor esquete por “O Encontro”; também foi indicada a melhor texto pelos esquetes "The End" (também na versão curta da peça), "Caixinha de Fósforos" e "Remendar o café para ver se o eclipse mofou por dentro". 
É autora do blog Ao Tempo Palavras.




Márcia de Almeida
É carioca e botafoguense. Jornalista, escritora e roteirista, entre outras atividades. Publicou até agora 7 livros, sendo cinco de ficção ( o último, em 2011, pela Multifoco, o romance chamado A culpa é dos peixes).
Foi crítica de teatro Infantil, do Jornal do Brasil, dividindo coluna com a escritora e imortal Ana Maria Machado.
Morou no Leste Europeu, quando cobriu, in loco , a Guerra da Bósnia, nos Bálcãs, no começo da década de noventa, onde viu e sentiu coisas que até Deus duvida.
Tem alguns textos infantis não publicados e acha a idéia deste projeto, o máximo.
Além disso, integra a Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ



Jô Bilac 
Desponta como um grande nome da nova geração de dramaturgos brasileiros. Com apenas 25 anos, após 6 anos que ingressou na Escola de Teatro Martins Pena já com intuito de se tornar escritor, Jô tem 9 textos encenados.
Ganhou o Prêmio Shell 2010 de melhor autor por “Savana Glacial”, trabalho pelo qual também foi indicado ao prêmio da Associação dos Produtores de Teatro (APTR-RJ). Nesse mesmo ano foi indicado pelo jornal O Globo como personalidade no teatro ao prêmio "Faz diferença".
Veja sua entrevista no Programa do Jô (Rede Globo).
Com "Cachorro!" e "Rebú", encenados pela Cia Teatro Independente, foi indicado ao prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA-SP) como melhor autor 2010. “Cahorro!” também contou com uma indicação ao Prêmio Shell de Teatro no Rio de Janeiro.
Escreveu para o site Drama Diário, com o desafio de escrever um texto, mesmo que curto, por semana. 
Jô ainda se aventura em administrar espaços culturais. Dividiu em 2010 a montagem da programação do Teatro Gláucio Gil, em Copacabana, com o palhaço Marcio Libar, Cris Fagundes e Larissa Câmara, e, com a mesma equipe comanda esse ano a programação do Teatro Maria Clara Machado, no Planetário. 




Felipe Barenco 
Tem 27 anos, é dramaturgo/roteirista e desde 2003 trabalha com a pesquisa entre teatro e internet, criando projetos com grande destaque como o site Drama Diário, que reúne jovens autores cariocas e Edificio 256, o primeiro blognovela da web recebendo indicações de melhor blog do ano em sites especializados como a Globo.com. Criou na internet o perfil de humor Dona Heliodora, com mais de 10 mil seguidores e grande repercussão na mídia impressa e classe artística. Por conta da personagem foi convidado para escrever o roteiro do 5° Prêmio APTR de Teatro com direção de João Fonseca em homenagem a Bibi Ferreira. Também foi responsável pela concepção e roteiro de videos virais web para o filme estrelado por Ingrid Guimarães De pernas pro ar.  É autor de "Meu caro amigo", monólogo inspirado na obra de Chico Buarque (com Kelzy Ecard e direção de Joana Lebreiro), um dos espetáculos de maior sucesso de público de sua temporada e contemplado pelo programa Petrobras BR de Circulação. Seu texto "Amém"participou do ciclo de leituras realizado em Portugal no projeto “Salve a Lingua de Camões”, misturando atrizes e detentas num presídio. Atualmente em cartaz com o espetáculo "Chuva de arroz", patrocinado pelos Correios e com direção de Vinicius Arneiro. É roteirista contratado do Laboratório de Humor da TV Globo.


Leandro Muniz 
Começou sua carreira em 1997, na companhia Os Fodidos Privilegiados. Como ator e músico, trabalhou com Antonio Abujamra, João Falcão, Paulo de Moraes, Karen Acioly, João Fonseca, Miguel Vellinho, entre outros.
Como dramaturgo, teve um de seus textos, “Peça por peça“, selecionado no Concurso Nacional de Dramaturgia do CCBB, em 2007. Escreveu textos como  "Relações – peça quase romântica" (melhor texto no XVI Festival de Teatro do Rio 2009), “Senhora Solidão”, “A biografia do anônimo” e “Babilônia” (parceria com Jô Bilac).
Foi vencedor, por dois anos consecutivos, do Festival Internacional de Humor do Rio de Janeiro, com os textos “Musical Disney” e “Texto é que nem filho, primeiro a gente faz, depois a gente dá o nome", recebendo seis prêmios, dentre eles o de melhor direção. É um dos autores do livro Cena Impressa,  formado por dez novos dramaturgos brasileiros.
Escreveu para os programas "Amor & Sexo" e "Junto & Misturado", da Rede Globo.





Pedro Brício 
É diretor artístico da Zeppelin Cia., e nos últimos anos tem trabalhado em espetáculos de destaque na cena nacional, como autor, diretor e também como ator. Sua peça “Cine-teatro Limite” (autoria e direção), foi apontada pela crítica como um dos 10 melhores espetáculos de 2009, recebendo também o prêmio Contigo melhor autor e indicação ao prêmio Shell de melhor autor. “A Incrível Confeitaria do Sr. Pellica” recebeu em 2005 o prêmio Shell de melhor autor.
Assina a autoria e a direção do espetáculo "Me Salve, Musical".





Odilon Moraes
Nasceu em São Paulo, no ano de 1966. Passou a infância e a adolescência no interior paulista. Talvez daí venha seu gosto por histórias simples e bem contadas, seja como escritor, seja como ilustrador, atividade que começou em 1989, antes mesmo de concluir o curso de arquitetura.
Estreou como autor com A princesinha medrosa, publicado em 2002, agora em nova edição pela Cosac Naify, mesma casa pela qual lançou Pedro e Lua (2004). Ambos receberam o Prêmio de Melhor Livro do Ano, oferecido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Odilon também desenvolve alguns projetos especiais, como o livro-objeto Ismália (Cosac Naify, 2006), criado a partir do poema de Alphonsus de Guimaraens.
Na Cosac Naify coordena, com o editor Augusto Massi, a coleção Dedinho de Prosa, para a qual já ilustrouO homem que sabia javanês, de Lima Barreto, O presente dos magos, de O. Henry, e Será o Benedito! , de Mário de Andrade.